segunda-feira, 20 de abril de 2015

Parceria nova no ar, Viajante Cervejeiro e Mad Gulliver

Entre muitas cervejas, cervejeiros, blogueiros e entusiastas o Festival Brasileiro de Cerveja nos trouxe algumas novidades e surpresas, como comentamos no post anterior, dentre elas uma nova parceria entre nada mais nada menos que o Viajante Cervejeiro e o pessoal da Mad Gulliver (criadores do Beertone e do Brewce).



A idéia da parceria é criar diversos produtos relacionados com o Viajante cervejeiro. A primeira parte do projeto chega com o tema “Follow your Style”, que tem como conceito as experiências e os diferentes  caminhos que o Viajante se depara para chegar em um novo bar ou encontrar novas cervejas. Essa proposta chega até nós em formato de um adesivo em vinil super bacana, que pode ser aplicado em diversas superfícies, e com a ilustração do artista mexicano Sérgio Neri (que ajudou no desenvolvimento do Brewce).

Fonte: Mad Gulliver

Ficaram curiosos para saber o que mais vem por aí?! Nós também, e para deixá-los ainda mais ansiosos o pessoal da Mad Gulliver está preparando algo grande para a comemoração de 1 ano do projeto Viajante Cervejeiro, que acontecerá no início de Maio.

O adesivo já está a venda pelo site do Beertone, e para mais informações sobre o projeto vocês podem entrar em contato pelo viajante@madgulliver.com ou contato@viajantecervejeiro.com.br
 

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Balanço do Festival Brasileiro da Cerveja de Blumenau

Mais um Festival brasileiro de Cerveja passou e nós não poderíamos ficar de fora e bisbilhotar as novidades das cervejarias. Alem de muitos lançamentos de cervejas, centenas de stands vimos uma grande variedade de cervejas envelhecidas e maturadas em barris de madeira. 

Foto por: Loucos por Ales

A grande sensação foi a Cervejaria Tupiniquim, eleita a melhor cervejaria do ano. Instalou 20 torneiras e levou 30 tipos de cervejas, detalhe especial para o stand que passou todo o tempo lotado e estava bem atrativo.

Como em outros anos, a Bodebrown, 3º lugar no festival, manteve-se cheia, abastecendo seus fiéis, com mais de 20 torneiras e mais de 30 cervejas, inclusive suas versões wood aged series.

Outrora apagada no festival, a Seasons tornou-se uma das grandes atrações dessa edição, eleita a 2ª melhor, e teve as cervejas mais disputadas, em especial a Basilicow, vencedora do concurso como a melhor cerveja, enquadrada no estilo Herb and Spice beer.



Já a Wals, outrora lotada, já não tinha o mesmo brilho. Apresentou poucas novidades e o público, fiel ao movimento das micros, parece ter implicado com o fato da fusão com a Bohemia, pertencente à gigante Ab-Inbev.

A Amazon Beer, que ano passado emplacou a melhor cerveja do ano, neste ano também não foi destaque dentre as mais prestigiadas ou mais lotadas, mas não podemos deixar de citar a parceria entre Amazon, Bodebrown e De Bora, que resultou em uma Porter com Cupulate, Cerveja sensacional, uma porter cítrica e muito aromática, cujo paladar ainda retumba em nossa memória.

De nossa parte, ficamos lotados no stand do Beertone que apresentou novos produtos, entre eles o Brewce, que foi objeto de crowdfunding, e o novo copo para degustadores de cerveja. O stand foi o QG dos blogueiros que se fizeram presentes no festival, entre eles, a grande celebridade do festival, O Viajante Cervejeiro, além do pessoal do Lupulento, BeerCast, Maria Cevada, Buteco do Ferreira e Evviva. Com certeza, um dos locais mais animados do festival.


Foto por: Loucos por Ales
De modo geral o festival mais uma vez nos surpreendeu e agradou, com várias novidades e alguns stands de deixar qualquer um boquiaberto. Além das cervejarias vimos várias "empresas de suporte", como fornecedores de copos, bolachas, sistemas de informática, insumos, cursos especializados para o setor, etc. 

Fomos, aprovamos, recomendamos e aguardamos ansiosos para a próxima edição.

quinta-feira, 2 de abril de 2015

A qualidade das cervejarias

Em texto anterior, defendemos que há muitos falsos experts ou notórios “conhecedores” do ramo que estão tropeçando em suas avaliações, falando muita besteira por aí, num verdadeiro desserviço à cultura cervejeira (veja aqui).

Pois é, mas hoje vamos falar das cervejarias. Vocês não acharam que íamos cutucar só um lado da cadeia né?

Fonte: First Drafts


Em texto do First Drafts, também tratando da realidade dos Estados Unidos, levanta-se uma questão acerca do problema de qualidade encontrada em diversas pequenas cervejarias.

Trata-se da opinião de integrante do Brewes Association. Segundo ele, muitas cervejarias precisam ser melhoradas, mas creem o contrário. Diversas empresas que pipocam a todo momento, sem experiência, e que não investem suficientemente em pesquisas e testes de qualidade, estão no mercado produzindo produtos inferiores.

Tal fato é preocupante, diversas cervejarias abrindo, aproveitando-se dos bons ventos do setor, começam a enxurrar o mercado com produtos de baixa qualidade, o que pode refletir, em sentido contrário, no desestímulo dos consumidores, em especial daqueles que estão começando agora a testar novas cervejas. Isso fica claro se pensarmos num incauto que pretende experimentar uma cerveja artesanal pela primeira vez e toma uma de péssima qualidade, fazendo-o achar que a sua boa e velha Skol é muito melhor.

Fonte: Homini Lupulo

Segundo a opinião do cervejeiro de Oregon John Harrys (Ecliptic Brewing) os novos cervejeiros devem gastar tanto dinheiro em controles de qualidade quanto com o equipamento de produção em si.

E é necessário autocrítica dos cervejeiros. Tem-se que admitir que não se trata apenas de preconceito contra os mais novos ou uma pretensa reserva de mercado, há novas cervejarias produzindo boas e péssimas cervejas, inegavelmente.

No Brasil temos alguns exemplos do primeiro caso, ultimamente o caso mais notório é o da Tupiniquim, e diversas no segundo caso.

Nesses termos, devemos dar o braço a torcer para as macrocervejarias, as quais dominam os processos de gestão da qualidade e logística, o que não se vê na maior parte do tempo nas microcervejarias.

Essas possuem sérios problemas logísticos, embalagens, falta de regularidade dos produtos, tanto quanto a questões de qualidade da bebida, como da periodicidade e oferta ao mercado. Ao que parece, com raras exceções, não é possível dizer que existem cervejas não sazonais, já que os estabelecimentos não conseguem ao menos montar uma carta de cervejas fixa.

Muitos já se depararam com essa realidade. Ao tomar uma boa artesanal no estabelecimento, depois de algumas semanas, volta para apreciar novamente a cerveja, mas essa não mais existe. Isso jamais aconteceria com uma Heineken, Brahma, Skol, etc.

Para terminar esse post, deixo vocês com uma frase para reflexão do texto anteriormente referido: “Basta uma cerveja ruim para tirar as pessoas das cervejas artesanais”.

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Cerveja sem dono

O marketing, se bem utilizado, pode ser uma ferramenta fantástica seja para as cervejarias como para qualquer outra marca de outros segmentos. Quando bem feito e aliado a uma ação ou instituição não tem porque não darmos seu devido destaque. A bola da vez é a campanha Cerveja sem Dono, realizada entre a cervejaria Bamberg  e a Ong Adote um Focinho, e incentiva as pessoas a adotarem ao invés de comprarem seu fies amigos.



A ideia surgiu quando o famoso sambista Zeca Pagodinho afirmou em entrevista para a revista TPM, em 2009, que sempre quando ia ao shopping e ficava bêbado acabava comprando os cachorros dos petshops, por ficar com pena dos animaizinhos "Vejo ali na loja e acabo comprando. Já comprei cachorro até de R$3 mil. Compro cachorro, arara, qualquer porra. Eu fico com pena." (Fonte: Revista TPM, 2009).

A grande sacada desse projeto foi feita pela agência Señores, que ficou responsável pela criação da ação e também pelo desenvolvimento dos rótulos. A cerveja é uma pilsen e em cada rótulo vocês podem encontrar diferentes cãezinhos que estão disponíveis para adoção.





segunda-feira, 23 de março de 2015

Porque a opinião de um verdadeiro expert importa?

Começamos com uma história retirada do site All about beer, sobre um educador do ramo das cervejas que publicou em seu Facebook algo semelhante ao que segue:

Achei uma cerveja hoje da Burton Bridge Brewery chamada Olde Expensive Ale. Fiz alguma pesquisa e descobri várias pessoas reclamando que essa cerveja é demasiadamente carbonatada, azeda, possui off-flavors, etc. Ocorre que nenhum dos “gênios” do Rate Beer ou Beer Advocate mencionou o forte aroma de Brett na cerveja. Sim, é uma tradicional Olde Ale com Brett (e muito bem feita), mas lendo os sites mais populares, ninguém notou isso. Como um educador de cerveja, é duro ver esse tipo de site que supostamente é integrado por gênios da cerveja mas que não conseguem perceber sabores dos mais básicos.
Fonte: Thrillist
No texto “Why beer experts matter”, faz-se uma crítica à proliferação dos pseudo-experts de cerveja que inundam os meios de comunicação com avaliações que muitas vezes não condizem com a realidade. Afinal de contas, “não é porque você avaliou 900 cervejas em algum site que isso te torna um entendedor de cervejas”.

Não raras vezes, vejo enaltecimentos a cervejas que não são nada além de uma cerveja razoável (ou às vezes, nem isso), mas por algum motivo adquirem notoriedade, não pela qualidade, mas por alguma característica marcante, por exemplo, extremamente picante. No entanto, em algum momento na história, surge a ideia de que se trata realmente de uma cerveja excepcional, e passa a proliferar nas mídias sócias, até que se torne uma verdade absoluta.

Outro exemplo que é bastante comum e fica muito claro, ocorre com cervejas premiadas em festivais de cerveja, as quais, até aquele momento eram apenas mais uma na prateleira, sem qualquer “brilho”. Aí vem uma medalha de ouro, e pronto, todos passam a achar que aquela cerveja é ótima, equilibrada, muito bem feita e dentro do estilo. Não parece mais se estar falando da mesma cerveja.

Fonte: Science of Beer

Tal fato decorre também da proliferação de cursos de sommelier e especializações em cerveja que oferecem títulos a uma infinidade de pessoas, tornando-as “autoridades” no assunto. Contudo, muitas ainda não desenvolveram habilidades de degustação (sim, é uma habilidade que pode e deve ser desenvolvida), e também não possuem uma boa bagagem teórica, mas por ingenuidade ou arrogância, regurgitam diversas avaliações equivocadamente.

Inclusive, não é raro ver famosos do meio praticando um desserviço à cultura cervejeira, defendendo pontos de vista duvidosos (às vezes puramente comerciais) e propagando informações errôneas, as quais são aceitas sem questionamento por uma horda de seguidores mal informados (os quais, provavelmente não lerão esse texto por achar muito comprido).

Fonte: Tomacitelli
Portanto, recomendo um retorno aos clássicos, se é possível dizer que existem nessa área. Há pessoas que possuem um notório saber e devemos prestar mais atenção nesses senhores. É o caso do saudoso Michael Jackson, cujas avaliações não ficaram desatualizadas e não ficarão tão cedo. Ele oferece informações preciosas sobre cervejas clássicas que servirão de base para avaliarmos a enxurrada das novas cervejas que aparecem a todo momento. Mais recentemente, podemos citar livros e textos de Garret Oliver (A mesa do mestre cervejeiro, Sencac/SP), e também as publicações de Randy Mosher entre muitos outros. No Brasil também temos muita coisa boa, sendo que a Larousse da Cerveja de Ronaldo Morado, ainda é a principal publicação, na minha opinião.

Abraços!

quarta-feira, 18 de março de 2015

1ª Festival do pão com pernil - Curitiba Honesta

Depois do Festival do Pão com Bolinho e do Festival da Carne de Onça, está chegando a 1ª edição do Festival do Pão com Pernil, mais um com a assinatura do Curitiba Honesta.

Foto: Gean Cavalheiro


A exemplo da carne de onça (saiba mais aqui), o pão com pernil também é um famoso petisco regional, muito encontrado nas feirinhas da capital curitibana e que, como a carne de onça, vai muito bem acompanhado de uma cervejinha.

Mas dessa vez não vamos dar pitacos de harmonização. Deixamos para o caro leitor compartilhar suas experiências durante o festival no facebook do Curitiba Honesta ou em qualquer mídia do Loucos por Ales.

Ah sim, e sobre o festival, serão 19 bares com suas próprias releituras do famoso pão com pernil, ao apetitoso valor fixo de R$ 9,90. O evento ocorre entre os dias 24 de março e 08 de abril.

Os bares participantes são:

Anita (Barreirinha);

Bar do Dante (Alto da XV); (aqui você encontra cerveja Way, harmonize com a Irish Red)

Bar do Pachá (Bom Retiro);

Baroneza (Juvevê);

Canabenta (Alto da XV);

Café Snege (Mercês);

Cartolas Sports Bar (Centro);

Cervejaria Haus Bier (Bacacheri); (velha conhecida nossa, recomendamos uma experiência com a cerveja Picante, ela possui um blend de pimentas e é bem refrescante, e vai te dar uma ajuda com a gordura do porco, além de acrescentar um temperinho a mais para o prato.)

Choperia Colarinho (Água Verde);

Dali da Esquina (Mercês); (possui variada carta de cervejas e conta com chope)

Fidel Bar (São Francisco), (esse já passou por aqui, e recentemente incrementou sua carta de cervejas)

Jabuti (Água Verde);

Menina Zen (Alto da XV);

Porco Nobre (Água Verde); (lá, a dica é procurar pelas cervejas Anhangava, em especial a Narã, uma English IPA de respeito)

Quermesse (Bom Retiro); (local em que ocorreu o coquetel que marcou o início do evento. O pernil estava realmente uma delícia!)

Silzeus B. F. G (Santa Felicidade);

Espaço Anastácia (São Francisco);

Simples Assim (Batel) e;

V8 Rock Pub (Bom Retiro).

Mais informações: Curitiba Honesta


Desculpe-nos, não resistimos e demos o pitaco :)

segunda-feira, 16 de março de 2015

"Cerveja boa é aquela que você gosta”, será? - Parte 2

Retomamos o assunto do gosto pessoal e da cerveja boa, que já foi discutido no texto: “Questão filosófica: “Cerveja boa é aquela que você gosta”, será?”. 

Imagem:canalhousebar.com


 Não há ponto final para este assunto, portanto, vamos adicionar alguns argumentos para acalorar ainda mais a discussão. De um lado, as cervejas de massa tentam dizer que cerveja boa é aquela que todo mundo toma, que tem em todos os bares, que sempre te acompanhou. Tem até uma cervejaria que se auto intitula “Boa”. Pode até estar certo, mas nós estamos em busca das cervejas ótimas, extraordinárias, aquelas que podem nos deixar de queixo caído, de cabelo em pé, ou as duas coisas ao mesmo tempo.

Como já citamos anteriormente, dizer que a cerveja boa é aquela que você gosta é tentar encerrar a conversa sem dar argumentos, já que o fato de uma cerveja ser boa, neste caso, está sujeito ao  seu gosto pessoal, ao momento ideal, à harmonização com a comida e, até mesmo, às suas companhias durante a degustação. Não há o que se discutir quando o assunto é gosto pessoal e satisfação.  Algumas cervejas ou alguns estilos são mais agradáveis ao paladar e mais adequados a determinadas situações. Além disso, também existe um fator chamado: "Amadurecimento do paladar cervejeiro".

 Diante do impasse, existe alguma chance de determinar se uma cerveja é boa ou ruim? Embora o movimento cervejeiro revolucionário se orgulhe de dizer que o principal objetivo destas cervejarias artesanais é obter o melhor resultado possível, utilizando-se para isso das melhores técnicas e dos melhores insumos, nem sempre isso acontece. Há muita cerveja estragada, infectada e com sérios defeitos sendo comercializada por aí. Sem contar aqueles bares que deixam o chope estragar ou se contaminar, em desacordo com as diretrizes citadas aqui.

 Sim, existem maneiras de julgar uma cerveja objetivamente e determinar se ela é boa ou ruim, ou pelo menos, se ela se enquadra devidamente em algum estilo. Para isto nasceu o BJCP – The Beer Judge Certification Program (Programa de Certificação de Juízes de Cerveja). O BJCP é uma organização sem fins lucrativos, criada em 1985 nos Estados Unidos, com o objetivo de promover a alfabetização cervejeira e a apreciação da verdadeira cerveja, além de reconhecer as habilidades de degustação e avaliação de cervejas.

 Um dos trabalhos mais importantes do BJCP foi classificar e detalhar as características dos principais estilos de cerveja, permitindo assim, que uma cerveja possa ser avaliada através de critérios objetivos, que a enquadram ou a afastam do estilo proposto. O guia de estilos em português está disponível aqui. Também há um aplicativo para Android e Iphone chamado BJCP Style Guidelines.

Além de classificar os estilos, o BJCP certifica aquelas pessoas que gostariam de participar de concursos ou competições como juízes. Para isso, o candidato deverá se inscrever, ser aprovado em um teste online e participar de uma prova, em que ele avaliará seis cervejas para demonstrar sua capacidade de percepção e avaliação dos critérios determinados pelo BJCP.

Os candidatos que cumprirem satisfatoriamente com este programa receberão sua pontuação, integrarão um ranking de juízes e serão, certificadamente, juízes de cerveja.

Uma das principais ferramentas utilizadas no BJCP é a ficha de avaliação. Por si só, ela já é um guia para degustação e avaliação de cervejas. Ela está disponível aqui. Sugerimos inclusive a utilização destas fichas de avaliação quando você quiser brincar de degustar e avaliar cervejas em casa. Compare o seu resultado com o de seus companheiros e também com o estilo no guia BJCP.


 
Portanto, no que tange ao assunto da cerveja boa ou ruim, é possível avaliar e certificar uma cerveja. Já que não é possível agradar a todos, pelo menos é possível certificar que uma cerveja não apresenta defeitos e que apresenta as características necessárias e esperadas do estilo. Com uma coisa nós podemos contar: Se uma cerveja é bem pontuada em uma análise de juízes certificados no BJCP, você pode contar que ela é adequada ao estilo e não possui defeitos perceptíveis.

 A discussão sobre a “cerveja boa” não terá fim. Mas se você separá-las por estilos, comparando entre semelhantes, poderíamos dizer com alguma convicção: “Esta é uma boa IPA” ou “Esta é uma boa English Barley Wine”. O universo de estilos cervejeiros é muito vasto e apenas uma cerveja não irá agradar a todos. Devemos acabar com os preconceitos e aceitar cada uma delas, com suas características, defeitos e qualidades, sem mais buscar por aquela que será a salvadora universal dos paladares cervejeiros.

Referências:
http://en.wikipedia.org/wiki/Beer_Judge_Certification_Program
http://www.bjcp.org/  
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