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terça-feira, 26 de maio de 2015

Circuito de Sanduíches do Curitiba Honesta

O Curitiba Honesta inicia seu maior festival, o Circuito de Sanduíches que acontece entre 11 e 27 de junho, contando com 44 estabelecimentos com criações próprias para seus sanduíches, com valores fixos que partem de R$ 10,90.

O grande diferencial nesse festival é o patrocínio da Eisenbahn. Esperamos que com isso haja alguma espécie de promoção para as cervejas que acompanharem os sanduíches participantes.

No lançamento reservado à imprensa, pelo menos, o representante da Kirin Brasil, detentora da marca Eisenbahn, garantiu que iria oferecer aos comerciantes as cervejas com um valor mais atrativo. Vamos esperar!

Foto: Gean Cavalheiro


Essa é a lista atualizada dos estabelecimentos participantes. Para informações detalhadas, acesse Curitiba Honesta

1. Angel’s Burger
2. Armazém Santana
3. Aufenhaus
4. Aurora Bar
5. Bahir Shawarma
6. Bar do Dante
7. Bar do Pacha
8. Barbarium Beer
9. Baroneza
10. Bella Banoffi
11. Boa Prosa
12. Bom Scotch
13. Boteco La Grappa
14. Café Snege
15. Canabenta
16. Celeiro Hamburgueria
17. Cidadão do Mundo
18. Cervejaria da Vila
19. Dali da Esquina
20. Don Kebab
21. Gás Burger
22. Green Dog
23. Hamburger Sub
24. Hamburgueria Agua Verde
25. Hamburgueria Rústica
26. Harvest Folk Bar
27. Haus Bier
28. Jabuti
29. Joaquim Jose
30. La Chiviteria
31. Maia Box
32. Menina Zen
33. Muzik Hamburgueria
34.  Na Casa do Ganso
35. Porco Nobre
36. Prime Grill
37. Quermesse
38. Quincho Grill
39. Rocky Chicken
40. Schnaps
41. Silzeu’s
42. Simples Assim
43. The Best Ribs
44. Trovatore Burguer

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Parceria nova no ar, Viajante Cervejeiro e Mad Gulliver

Entre muitas cervejas, cervejeiros, blogueiros e entusiastas o Festival Brasileiro de Cerveja nos trouxe algumas novidades e surpresas, como comentamos no post anterior, dentre elas uma nova parceria entre nada mais nada menos que o Viajante Cervejeiro e o pessoal da Mad Gulliver (criadores do Beertone e do Brewce).



A idéia da parceria é criar diversos produtos relacionados com o Viajante cervejeiro. A primeira parte do projeto chega com o tema “Follow your Style”, que tem como conceito as experiências e os diferentes  caminhos que o Viajante se depara para chegar em um novo bar ou encontrar novas cervejas. Essa proposta chega até nós em formato de um adesivo em vinil super bacana, que pode ser aplicado em diversas superfícies, e com a ilustração do artista mexicano Sérgio Neri (que ajudou no desenvolvimento do Brewce).

Fonte: Mad Gulliver

Ficaram curiosos para saber o que mais vem por aí?! Nós também, e para deixá-los ainda mais ansiosos o pessoal da Mad Gulliver está preparando algo grande para a comemoração de 1 ano do projeto Viajante Cervejeiro, que acontecerá no início de Maio.

O adesivo já está a venda pelo site do Beertone, e para mais informações sobre o projeto vocês podem entrar em contato pelo viajante@madgulliver.com ou contato@viajantecervejeiro.com.br
 

quarta-feira, 4 de março de 2015

A rota cervejeira do, bom e velho, São Francisco

Olá pessoal! Temos o prazer de apresentar mais um post colaborativo, agora com nossos queridos amigos do Curitiba Lado B, representado pelo Sr. Victor Iannuzzi. Nesse texto exploramos uma das regiões mais queridas da boemia curitibana com muita cerveja amarga e sem frescura!!

Pra começar, uma frase do poeta curitibano Paulo Leminski, homenageado na logo do Curitiba Lado B: 

"O Rio é o mar. Curitiba, o bar".

O “boom” do consumo – e por que não, produção – das cervejas – e chopes – artesanais em Curitiba, nos últimos anos, é fato inconteste. O gosto local por outras cervejas, que não as “blockbusters” da indústria cervejeira, cresceu bastante, em questão de pouco tempo. Nessa pegada, houve, consequentemente, uma resposta comercial para a mudança, com a inauguração de diversas lojas, e casas especializadas em cervejas artesanais, além do incremento dos cardápios em inúmeros bares. E esse movimento pode ser identificado, até mesmo, numa das regiões boêmias mais tradicionais, e peculiares, da cidade.


Foto por: Monique Ribeiro 

Localizado entre os limites do Centro Cívico, das Mercês e do próprio centro de Curitiba, o bairro do São Francisco abriga ateliês, estúdios musicais, dentre outros espaços que o identificam como um reduto alternativo da cidade. E isso se reflete, por óbvio, nos bares situados na região, que juntamente do Largo da Ordem responde pelo chamado underground curitibano. Desde os locais destinados à música ao vivo, passando por “portinhas” mais discretas, e chegando aos mais antigos estabelecimentos da região, fato é que o São Francisco, e seus arredores, ofertam ao público da cidade diversas opções, quando a proposta é tomar uma, ou se divertir.

E frequentador do São Francisco que é, o Loucos Por Ales elaborou uma pequena rota dos bares locais, que possuem em ser cardápios opções de cerveja, e chope, artesanais. Vale destacar, porém, que certamente há muitos outros bares que, poderiam integrar essa lista – e é para isso que pedimos a sua ajuda nos comentários, onde poderão ser indicados, este ou aquele, lugares espertos a serem conhecidos no, bom e velho, São Francisco.

Foto por:Loucos por Ales
LADO B (Rua Inácio Lustosa nº 517)
Um dos bares mais queridos da região, o Lado B poderia, quem sabe, ser indicado como o nosso CBGB. Com um ambiente oitentista, e uma trilha sonora que conta com bandas punk, e pós-punk, o Lado B (que ainda conta com fliperama em suas instalações) oferece, em sua lista de bebidas, chopes da marca Way Beer.






Foto por: Harvest Folk Bar

HARVEST FOLK BAR (Rua Inácio Lustosa nº 518)
Levando o nome da obra prima de Neil Young, o Harvest ilustra suas paredes com diversos cartazes, e pôsteres, de ídolos da música folk, de bandas britânicas dos 60’s, e do eterno Ivo Rodrigues (saudoso vocalista da banda curitibana Blindagem). Os sanduíches que levam o nome de gente grande como Johnny Cash e Woody Guthrie, podem ser acompanhados pelas APA, IPA e Stout da linha Harvest Beer.




Foto por: Loucos por Ales
(Rua Inácio Lustosa nº 560)
Vizinho dos dois bares citados acima, o Rock The Casbah não vive só do clássico do Clash: mesas colocadas na calçada (um alento para os dias quentes da cidade) e capas de discos antológicos dão a letra do bar inaugurado há pouco tempo. Com uma proposta de unir o pop ocidental à cultura árabe (o David Bowie de burca, na entrada do w.c., explica um pouco disso), o Rock The Casbah conta em seu cardápio com garrafas da Colorado, e das locais Double Vienna e Diabólica.




Foto por: Loucos por Ales
CHORIPAN (Rua Tapajós nº 30)
Nas proximidades da esquina com a Manoel Ribas, o Choripan não poderia ser melhor lembrado do que pelo seu... Choripan. A iguaria argentina é a opção mais celebrada no cardápio, que, também, indica cervejas, e chopes, artesanais. Colorado, Wensky Bier, Bier Hoff, Cervejaria Nacional e Amazon Beer são algumas das marcas presentes ao bar.







Foto por: Loucos por Ales

BROOKLYN COFFEE SHOP (Rua Trajano Reis nº 389)
Um pedacinho de Nova York em Curitiba, o Brooklyn tem como seu principal cartão de visitas, obviamente, um cardápio que faz dele um dos coffee shops mais lembrados da cidade. Já em relação às opções etílicas da casa, há chope da Way e cervejas da própria Way, Bodebrown, Dum Morada e 2Cabeças.







Fonte: NextMag
BAR DA PRODUÇÃO (Rua Trajano Reis nº 335)
Conhecido pelas festas que geralmente promove, entre quinta-feira e sábado, o Bar Da Produção é o local onde, muitos simpatizantes da tropicália e do groove batem cartão, toda semana. Rótulos da nacional Eisenbahn podem ser apreciados no local.








Foto por: Loucos por Ales
LA SANTA (Rua Paula Gomes nº 485)
A cultura de beber, e comer, na calçada, muito adotada nas quadras do São Francisco, ganhou força com a chegada do La Santa. Nas pedidas da casa estão pratos, e petiscos, típicos da cozinha mexicana, que vão muito bem acompanhados dos chopes ali vendidos (APA, AmericanIPA, Avelã Porter), todos da Way. Em garrafas, o La Santa comercializa rótulos da Einsebahn e Wensky Bier.





Foto por: Chicken House
CHICKEN HOUSE (Rua Paulo Gomes nº 481)
Vizinho do La Santa, o Chicken House é outro estabelecimento responsável pela grande movimentação na esquina das ruas Paula Gomes e Trajano Reis. Como o próprio nome da casa indica, petiscos à base de frango são seu carro forte, e na parte de bebericar, além de cervejas convencionais e destilados, há o bom, e velho, chope artesanal, sujeito à consulta.






Foto por: Loucos por Ales
OLD’S PUB (Rua Paula Gomes nº 405)
O sobrado, cujos dois andares são destinados ao seu público frequentador, conta com o som vindo dos DVDs exibidos nos televisores, da discotecagem e das apresentações, que por vezes rolam, no segundo andar. As mesas de pebolim, e sinuca, são outras marcas registradas do local, que ainda conta com uma área outdoor, e chopes, das marcas Insana e Asgard, dentre as suas opções de bebidas.





Foto por: Villa Bambu
VILLA BAMBU (Rua Trajano Reis nº 58)
Localizado no espaço intermediário, entre o São Francisco e o Largo da Ordem, o Villa Bambu ganha seu público com música ao vivo de boa qualidade – geralmente em ritmos latinos, e tropicalistas. Comidinhas bacanas também integram o cardápio, cujo chope (geralmente Premium Lager e APA) da Way Beer é um dos destaques. Também é reduto de encontros do público cativo do Festival Psicodália.





Foto por: Loucos por Ales
Rock'a Burguer (Rua Trajano Reis, 310)
O famoso Rock'a já é tradicional pelos seus hambúrgueres, entre os mais saborosos e com melhores preços da cidade. Além das cervejas tradicionais, há boas opções de artesanais, como Diabólica e Colorado.








Foto por: Bar Dom Corleone

Bar Dom Corleone (Rua Inacio Lustosa, 367)
O Dom Corleone possui um ambiente um pouco mais formal do que a maior parte dos bares anteriormente mencionados, fugindo do tradicional “coma e beba na calçada”. A especialidade da casa são seus hambúrgueres, contando com 12 torneiras de chopes e mais de 150 rótulos de cervejas. É o bar mais completo da região no quesito variedade.




Foto por: Loucos por Ales
Quintal do Monge (Rua Claudino dos Santos, 24)
Localizado no coração do Largo da Ordem, quase em frente ao tradicionalíssimo Bar do Alemão, foi um dos primeiros bares da região a se especializarem em chopes artesanais. Possui uma câmara fria com uma janela, na qual é possível ver as belezinhas (barris) engatados num emaranhado de canos e válvulas que nos fazem questionar como aquilo chega na torneira certa. 


Foto por: Loucos por Ales
O Quintal conta com uma grande área externa para os dias mais quentes, cujas mesas têm vista para o centro do Largo da Ordem. Num dia de sol você pode passar a tarde apenas bebendo e apreciando o movimento da praça, famosa por juntar todos os tipos de bichos grilos e figuras típicas da capital paranaense, sem falar de possíveis intervenções culturais, tão comuns na região.




Foto por: Loucos por Ales
Fidel Bar (Av. Jaime Reis, 320)
Viva la revolucion! Como consta na fan page: “Com a intenção de fazer referencia a um imaginário revolucionário latino americano o Fidel Bar abriu as portas em 18 de maio de 2011”. Ao lado de um dos bares GBLT mais undergroud da cidade, Bar Code, o Fidel também convida a beber uma boa cerveja ao ar livre. Nas tarde de sol não é incomum encontrar uma velha radiola tocando imortais do samba como Adoniran Barbosa. Conta com rótulos como Baden Baden, Colorado e outras de Curitiba e arredores. (Complemento: o bar recentemente acrescentou novos rótulos de cervejas à sua carta)






Foto por: Negrita Bar
Negrita Bar (Rua São Francisco nº 50) 
Uma das gratas novidades da região o Negrita Bar movimenta a famosa Rua São Francisco (que, ao que tudo indica, deverá ser fechada para o trânsito de pedestres). Boas comidinhas (como pastéis empanados), drinks e chope (marcas a confirmar) abastecem o animado público do recinto "latino".








É isso aí, esperamos que tenham gostado e, mais uma vez, obrigado ao pessoal do Curitiba Lado B por esse trabalho!!


"Não tenho culpa cara, cada um tem a sua formação. A minha é essa e foda-se!" (Ivo Rodrigues)

 

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Carne de onça revisitada por Parva Volupta e harmonizada pelos Loucos por Ales

Hoje o post é feito em coautoria com nossos parceiros da Parva Volupta. Eles cuidaram do prato e da história e nós, é claro, levamos a cerveja, uma Grand Cru dos nossos amigos da Dum Cervejaria e uma Erdinger Pikantus. Sem mais, segue o texto!

A comida com certeza é uma das culturas mais disseminadas de toda nossa história, ponto primordial para nossa evolução, perpetrando conhecimento adquirido ao longo dos séculos. Mas assim como a matemática, filosofia, biologia e tantas outras artes foram aprimoradas, o alimento também foi. Ele nunca teve fronteiras, tradições arraigadas de povos dos mais remotos lugares viajaram por todo globo e se misturaram a outras sociedades, a outras civilizações.

E isso é algo muito legal de se observar, pois a comida define parte de quem somos, está presente em nossa cultura e nos identifica. Modéstia a parte, já rodei muito pelo Brasil, conheço e ainda vou conhecer muitas coisas fabulosas em nossa terra, mas apesar disso nunca encontrei, em lugar algum, a carne de onça. O mais próximo que cheguei foi o Steak Tartare, que ainda assim tem lá suas diferenças entre um e o outro prato. Por isso considero essa uma iguaria tipicamente paranaense, para não dizer curitibana!


 Mas como já disse, a comida já viajou muito, se modifica, se adapta a paladares e a outros ingredientes. Ela é versátil em sua essência, sem querer ofender os italianos tradicionalistas. Por isso é fácil observar semelhanças em diversos pratos, que assim como o Steak Tartare, a carne de onça se assemelha muito ao Kibe.



Em minhas investigações descobri que o Mett ou Hackepeter, prato típico alemão, fomentou a origem da carne de onça. Esse prato germânico também é feito à base de carne crua e temperos fortes, mas se usa a carne suína ao invés da bovina. Por questões sanitárias, a carne de onça adaptou-se ao paladar brasileiro, usando a carne bovina e não usando a gema de ovo crua sobre o prato em sua finalização.



Existem muitas lendas urbanas em torno desta iguaria para explicar como surgiu seu nome, dentre elas, há duas bem famosas. A primeira é simples, porém bem plausível, pois como vai alho e cebola crua na receita, o indivíduo que se deleita leva de brinde um bafo de onça, por isso se daria o nome de carne de onça.

A outra já remonta até mesmo à criação deste prato por um bar curitibano, que era administrado por um casal de imigrantes alemães. Do balcão, sempre que alguém pedia a carne, o marido gritava o pedido - Solta uma carne, onça! - E então a referência carinhosa à esposa, acabou tornando-se o nome do prato.

O surgimento do nome possui histórias bem engraçadas, mas dentre elas, há uma história viva, onde o herdeiro da receita reivindica sua criação à autoria de seu pai. João José Werzbitzki, filho do seu Onha (Leonardo Werzbitizki), afirma que seu pai criou a receita e a servia na década de 50 em seu primeiro restaurante, o Embaixador. Seu Onha, obrigado pela criação, o senhor é um gênio!

Mas aí entra uma acirrada discussão que divide paladares e aficionados pela querida onça. Pois conforme conta o seu filho, João José Werzbitzki, a carne de onça legitimamente curitibana não deve ser mexida e revirada com os temperos e muito menos acrescentado alho, além de que deve ser montada sob a broa e em camadas dispostas dos ingredientes. E ai meus amigos, reina uma ferrenha guerra sobre regras e originalidade da receita.

Mas é muito comum ver diversas maneiras de se servir e comer a carne de onça, particularmente existem lugares que são um show à parte em Curitiba, mas isso é um assunto para outro post. Quanto à receita, muitas foram passadas de geração para geração e acredito que não existe um modo certo de se fazer. Como costumo dizer, a comida é democrática e aceita diversas releituras. E nessa onda de releitura, vou repassar a minha com um toque especial.




Carne de Onça com cebola roxa

Ingredientes:

300g de carne moída
1 dose de conhaque
pimenta do reino
mostarda escura
1 dente de alho
azeite de oliva
1 cebola roxa
cebolinha
Pão preto
Sal

Modo de preparo:

Em uma vasilha coloque a carne moída e a dose de conhaque - a ideia do conhaque é para amaciar e esterilizar a carne - Depois, junte a pimenta e o sal a gosto, misture bem e reserve. Corte a cebola em brunoise, amasse o alho e pique a cebolinha, misture tudo com a carne e vá regando com azeite de oliva. Disponha num prato raso e sirva acompanhado de fatias do pão preto e mostarda escura.


Agora passo a bola para o meu amigo Adriano do Loucos por Ales.

Como é de se esperar, e como manda a boa etiqueta, diante do convite do amigo Diocleciano do Parva Volupta, trago para esse jantar a cerveja!

Em se tratando de carne de onça, a primeira coisa que me vem à cabeça são as cervejas de trigo, harmonização que já experimentei e garanto que dá certo.(veja aqui)

No entanto, aqui uma cerveja de trigo tradicional alemã poderia desaparecer diante das experimentações dessa receita em específico, já que ele caprichou na cebola roxa.

Diante dessa nova “concepção” sugeri duas cervejas de trigo mais escuras e em especial uma, com alguns temperinhos característicos da escola belga (witbier).

As escolhidas foram a Dum Grand Cru e a Erdinger Pikantus.

A Grand Cru da cervejaria curitibana Dum é o que eles chamam de double witbier com potentes 8,8% ABV (esquenta mesmo). Na composição, essa belezinha leva trigo, aveia, cascas de laranja fresca e coentro.



Imagine tudo isso acompanhando essa bela carne de onça, cujo sabor delicado fica enriquecido com a laranja e coentro da cerveja. Mas não se engane, a Grand Cru irá se fazer presente mesmo diante da mostarda preta e cebolas roxas.

Agora, se você quer seguir uma linha mais tradicional, ou preferir algo mais leve (não muito mais leve, 7,3% ABV) para um dia quente a sugestão é a Erdinger Pikantus.



Essa é uma Dunkler Weizenbock, com refermentação na garrafa, que promete também não sumir diante dos temperos do prato, com a vantagem de ter uma maior carbonatação que ajuda a limpar o paladar a cada garfada, amenizando o impacto da cebola roxa.

Agora é com vocês, experimentem, dêem novas sugestões, inovem e, acima de tudo, se divirtam e tenham um momento agradável bebendo e comendo qualidade.


Abraços, espero que tenham gostado do post e um especial agradecimento ao Diocleciano, mente maligna por detrás do Parva Volupta.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Beer Mob Brasil - Curitiba!

Olá pessoal! Já falamos do Beer Mob Brasil, novo evento cervejeiro, baseado nas beer weeks americanas, com data de estreia marcada para 14 de março em São Paulo.

Pois é, agora, em primeira mão, anunciamos Curitiba como a segunda cidade a receber o Beer Mob, com apoio do Loucos por Ales.

O evento ocorrerá de 9 a 23 de maio nos estabelecimentos curitibocas. Os participantes oferecerão harmonizações e produtos com preços promocionais para o evento. Será uma ótima oportunidade para divulgar ainda mais a nova cultura cervejeira que está sendo firmada no Brasil!

Em breve, mais notícias!!


quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

O Petroleum é nosso: Recompensas a caminho!

Alguns meses atrás compartilhamos com vocês aqui no blog o projeto o Petroleum é nosso e essa semana recebemos a notícia de que, para aqueles que contribuíram como colaboradores, as suas recompensas já estão sendo empacotadas e enviadas. Porem o pessoal da DUM preparou mais uma surpresa para os apoiadores.


Querendo simbolizar a união que esse tipo de projeto colaborativo proporciona, a cervejaria convidou o artista plástico curitibano André Mendes para fazer uma obra de arte com todas as caixas de cerveja que serão enviadas.

Caixas feitas pelo artista André Mendes


Então pessoal cuidem bem das suas caixas, elas são valiosas. Infelizmente, para os curiosos, a cervejaria quis fazer surpresa e ainda não divulgou como ficaram as garrafas especialmente feitas para quem ajudou no projeto, mas vocês podem acompanhar as novidades que a DUM está preparando e conferir mais algumas fotos no blog da cervejaria.



quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Brewce, o Toy Art para os beer geeks

E os criadores do Beertone atacam novamente, mas dessa vez precisam da sua ajuda para poderem concretizar o projeto.

O Brewce, como foi carinhosamente chamado o pequeno bonequinho com cabeça de lúpulo, é o resultado de uma parceria entre o estúdio Mad Gulliver, o ilustrador Sergio Neri e outros profissionais da área de games e miniaturas. O fruto dessa união foi o simpático Toy Art e parceiro para suas próximas aventuras cervejeiras e que vai dar um charme nas suas próximas fotos.



Seguindo o conceito de Toy Art o bonequinho é pesonalizavel, fazendo com que se torne único para cada pessoa, e possui um espaço na barriga para colocar a tampinha da cerveja que você acabou de tomar ou da sua cerveja preferida. O projeto teve seu início em Setembro, com o desenvolvimento de conceitos e alternativas, e veio para inovar e trazer um diferencial no cenário cervejeiro atual. 

Brewce é feito de PVC, possuindo uma preocupação com o meio ambiente, e durante a campanha terá a opção de vir com o "cabelo" em outras cores. 




O projeto ainda está em processo de viabilização e se você quiser ajudar e já de cara obter em primeira mão o seu Toy, poderá ajudar na campanha através da plataforma de crowdfunding IndieGogo.

Como bons apaixonados por cerveja e Design nós não vamos ficar fora dessa, e vocês?

Para mais informações ou dúvidas sobre o Brewce:
www.madgulliver.com/brewce
brewce@madgulliver.com




segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Beer Mob Brasil

Você já ouviu falar de Beer Mob? Não, não confunda com flash mob!



E de Restaurant Week, esse com certeza sim!

A ideia é parecida, mas envolve mais do que descontos em restaurantes. O objetivo do Beer Mob é democratizar o acesso às cervejas especiais envolvendo parcerias com diversos estabelecimentos do ramo, como restaurantes, bares, lojas de bebidas, oferecendo promoções, degustações, harmonizações e o que mais a criatividade dos envolvidos permitir.

O Beer Mob chega ao Brasil com estreia marcada para março de 2015 na cidade de São Paulo. Após, a ideia é levar o projeto para as demais capitais.

Saiba mais no site Beer Mob Brasil e, em breve, o Loucos por Ales volta com mais novidades.

Leia a proposta do projeto e entenda o nome:
"Você já conhece nossa logo mas, se parar e olhar melhor, vai notar que algo mudou. Na idealização do evento, percebemos que as "Weeks", que todos estamos acostumados, não representam o verdadeiro espírito do que queremos oferecer. O Beer Mob, muito prazer, não é apenas uma semana. É uma celebração, uma cultura, nos arriscamos até em dizer que uma filosofia de vida. Nós queremos acompanhar os amantes da cerveja e cervejarias ao longo dos próximos anos. Uma semana é muito pouco pra dar significado à verdadeira mobilização que estamos construindo e, com a participação de todos, vamos realizar. Aguardem que as novidades vão começar a chegar. Estamos apenas começando. Junte-se ao movimento. Saúde a você e ao Beer Mob!"

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Beertone, o guia cervejeiro dividido por cores

A pouco tempo atrás mostramos aqui no blog o lançamento do Beertone em Curitiba e agora viemos até vocês explicar o que é exatamente e como surgiu essa ideia inovadora de catalogar as cervejas por meio das cores.

Camaleão simpático do Beertone e cartão do Loucos por Ales

Já de cara, com o Beertone em nossas mãos, podemos perceber que ele não se trata de um guia cervejeiro convencional, não só pelo formato como também por todo o seu conteúdo interno. Ele é prático e compacto, aliás dentre os livros que eu tenho é o que menos ocupa espaço e o que não tive coragem de deixar na prateleira.

Versão especial para o Loucos por Ales


O guia apresenta informações  como as características de cada cerveja, a classificação por cor nos sistemas RGB e CMYK, seus respectivos valores de amargor (IBU),  temperatura ideal de consumo, a cervejaria e onde ela está localizada e as opções de harmonização.

A ideia inicial surgiu quando o idealizador do projeto, Alexander Michelbach, fez uma busca sem sucesso por um guia de cervejas que fosse ao mesmo tempo útil, em termos de informação, e tivesse um formato de classificação das cervejas de uma maneira diferente do convencional e que fosse de fácil visualização e associação. Foi aí que o designer teve a idéia de classificá-las pela cor, assim surgiu o conceito do Beertone.




O catálogo possui a versão suíça e a agora a brasileira. São no total 202 cervejas de mais de 40 cervejarias diferentes que foram analisadas de acordo com o estilo, teor alcoólico e, não podendo esquecer, das suas tonalidades. A determinação das cores não veio assim simplesmente do nada. O designer e sua equipe pegaram cada cerveja e através de um espectrofotômetro mediram a intensidade de absorvência de cada uma e após várias analises e comparações foram definidas suas cores.

Versão com as cervejarias suíças.

Se observarmos bem, e para quem conhece um pouco sobre design, olha para o Beertone e vai lembrar muito do catálogo Pantone, aqueles que não estão familiarizados com o termo podemos dizer que ele se parece como um daqueles catálogos que vemos quando vamos comprar tinta.
Para quem quiser ver um pouco mais sobre o projeto pode entrar no site do Beertone ou ver a página deles aqui no Behance. 

Bom...não preciso nem dizer que eu estou amando o meu, mesmo não tendo um super conhecimento técnico sobre o assunto consigo entender e até fazer algumas analises e associações entre uma cerveja e outra, fora todo o apelo visual que Beertone tem, mesmo quem não é designer é difícil não se encantar.

O Loucos por Ales deixa aqui um parabéns para toda a equipe que desenvolveu esse projeto inovador e, em especial, para o Alexander com quem tivemos contato e que nos deu a oportunidade dessa parceria, de desenvolver a edição especial para o blog. Desejamos a vocês muito sucesso. Cheers!!


quinta-feira, 10 de abril de 2014

O Petroleum é nosso!!

Olá cervejeiros e cervejeiras de plantão!

Como grandes apoiadores, admiradores e apreciadores das cervejas artesanais nacionais, e da cultura cervejeira de um modo geral, viemos aqui apresentar para vocês um projeto muito bacana que a DUM cervejaria está desenvolvendo.

Já imaginaram um documentário que retrata não só a trajetória de uma cerveja pra lá de especial, a Petroleum, mas também o crescimento do cenário cervejeiro nos últimos anos? É exatamente sobre isso que o projeto “O Petroleum é nosso!” retrata.  Como já mencionamos aqui no blog, a Petroleum não é uma cerveja qualquer, podemos ver o quanto essa cerveja é realmente especial e nos impressiona desde o momento de sua fabricação até quando é degustada (com aromas, coloração e sabores que são fora do comum). Ela foi criada em Curitiba e é produzida em duas cervejarias distintas, a Wals e a DUM, confira o vídeo do projeto que conta um pouco mais sobre a cerveja (https://www.youtube.com/watch?v=be1AvdU7-5s).




Para ser um apoiador do projeto é muito simples, basta entrar na página do Petroleum é nosso!, no Catarse, se cadastrar e escolher o valor a ser financiado. Lá você poderá verificar que dependendo da quantia financiada há diferentes recompensas, desde garrafas feitas especialmente para os apoiadores, até camisetas e DVDs do filme. Para ver a regulamentação e até como será feita a distribuição do dinheiro arrecadado é só entrar na página deles no Cartarse.

Outra maneira de ajudar, e de quebra ter uma das ultimas novidades em termos de itens cervejeiros, nós do Loucos por Ales estaremos vendendo dois Beertones (R$49,00), da edição limitada feita especialmente para o blog. O valor da arrecadação dessas vendas será 100% convertido para financiar o projeto DUM Petroleum. Basta responder aqui nos comentários ou no facebook e nós entraremos em contato com as duas primeiras pessoas a se manifestarem.





Calma, se você dormiu no ponto e não foi tão rápido assim poderá obter seu Beertone aqui pelo site (lembrando que apenas os Beertones que vão ajudar no projeto são edições especiais):



Estão esperando o que pessoal?? Ajudem pelo site ou comprando o Beertone, o projeto tem mais 30 dias para atingir o valor necessário para ser produzido.


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