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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Rapidinha do dia # 4 - As cachaças são nossas amigas!

Com a tendência crescente de cervejas envelhecidas em barris de madeira, a notícia de que as madeiras brasileiras oferecem qualidade equiparável ao carvalho para a produção de cachaças pode marcar um caminho próprio a ser seguido pelas cervejarias nacionais. Ao invés de gastar pequenas fortunas para importar barris de carvalho americano ou francês, temos à disposição barris de jequitibá-rosa, cerejeira (mais conhecida pelos cervejeiros como Amburana ou imburana), entre outras, já muito utilizadas no envelhecimento das nossas queridas cachaças.

Fonte: Mapa da Cachaça


A utilização ou reaproveitamento dos barris de madeiras brasileiras anteriormente utilizados para cachaças, além do menor custo, garante-se uma identidade própria ao mercado de cervejas nacionais. Com foco no mercado externo, também é fácil notar que será um maior atrativo para as cervejas nacionais se apresentarem envelhecidas em barris de cachaça, bebida que já possui a identidade brasileiríssima reconhecida em todo mundo, não só, obviamente, pela origem, como também pela alta qualidade, competindo nas prateleiras com os melhores whiskies e burbons.

No cenário regional já possuímos uma versão de sucesso produzido pela Bodebrown, envelhecendo sua premiada Wee Heavy em barril de amburana da cachaça, também premiada, Weber Haus.
Veja matéria interessante sobre a utilização de madeiras nacionais na indústria cachaceira no site Mapa da Cachaça.



Beijos para todos os amigos etílicos e etílicas!!

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Rapidinha do dia # 3 - Qual cerveja você levaria para uma ilha deserta?


Hoje um colega de trabalho, não muito íntimo do universo cervejeiro, me fez uma pergunta que me fez parar por um instante, e aposto que muitos já passaram pela mesma situação. A pergunta foi a seguinte: “Se fosse para escolher uma cerveja, qual seria?”


Tentei enrolar, falei que existem muitas cervejas, muitas variedades de estilos e que cada uma possui um momento, um clima, uma refeição que indicariam qual a melhor cerveja para cada momento. No fim, pensei: “Por que não responder diretamente a essa pergunta?, Qual o problema, aqui não há certo ou errado!”


Pensei mais um pouco e disparei: “Tem uma cerveja belga que gosto bastante e é bastante versátil, a Duvel. Se fosse levar para uma ilha deserta, talvez fosse essa a escolha. Não é tão “pesada” e também não passa despercebida, pode ser bebida em qualquer ocasião!”



Cerveja que pode ser bebida bem gelada para refrescar-se num dia quente, possui um aroma “do diabo”, mas não se engane, ela é potente, 8,5% ABV, o que a faz encarar um inverno sem problemas!

No começo desse blog, essa foi uma das primeiras cervejas mencionadas/avaliadas (veja aqui), e desde então, e desde muito antes, meados da década de 1920, ela vem surpreendendo os paladares mais exigentes com a mesma qualidade, sem se esquecer das suas renomadas versões tripel hop.

E você, o que acha? Qual a sua cerveja, qual aquela que você levaria para uma ilha deserta, que na sua opinião pode ser bebida a qualquer hora?

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

O Petroleum é nosso: Recompensas a caminho!

Alguns meses atrás compartilhamos com vocês aqui no blog o projeto o Petroleum é nosso e essa semana recebemos a notícia de que, para aqueles que contribuíram como colaboradores, as suas recompensas já estão sendo empacotadas e enviadas. Porem o pessoal da DUM preparou mais uma surpresa para os apoiadores.


Querendo simbolizar a união que esse tipo de projeto colaborativo proporciona, a cervejaria convidou o artista plástico curitibano André Mendes para fazer uma obra de arte com todas as caixas de cerveja que serão enviadas.

Caixas feitas pelo artista André Mendes


Então pessoal cuidem bem das suas caixas, elas são valiosas. Infelizmente, para os curiosos, a cervejaria quis fazer surpresa e ainda não divulgou como ficaram as garrafas especialmente feitas para quem ajudou no projeto, mas vocês podem acompanhar as novidades que a DUM está preparando e conferir mais algumas fotos no blog da cervejaria.



quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Os 7 maiores mitos sobre bebida desmascarados


Você provavelmente já ouviu alguém comentar sobre a ressaca após misturar diferentes tipos de bebidas ou ainda sobre misturar bebidas destiladas e fermentadas.
Também existem aqueles que afirmam que determinada marca de cerveja ou tipo de bebida lhe causam uma ressaca mais intensa. Apesar de, muitas vezes vivenciarmos experiências que reforcem este tipo de crença, não há argumentos científicos que comprovem estas afirmações.  Segundo os cientistas, o que importa é a quantidade de álcool consumido e não a origem dele. 

Também existem estudos e teorias sobre o consumo de cervejas com leveduras vivas, que auxiliariam nosso corpo a metabolizar o álcool de maneira menos agressiva. Fato é, que a ressaca é o resultado de uma intoxicação causada pelo álcool e outras substâncias em nosso organismo. Portanto, é plausível que outros elementos podem influenciar a tornar esta intoxicação mais severa ou mais delicada. E nosso primeiro mito fala sobre isso:

1 - O tipo de bebida ingerida determina a ressaca no dia seguinte:



Existem numerosos estudos científicos comprovando que a quantidade e velocidade do consumo são os principais fatores sobre os efeitos da ressaca. 



2 - Sua barriga de cerveja é causada pela cerveja:



 Pelo menos, não apenas por cerveja. O álcool não causa aumento de peso. São as calorias as responsáveis pelo aumento de peso e acúmulo de gordura corporal. Sua dieta e exercício físico determinam sua forma física, e não o consumo de cerveja. Como já descrevemos no post Fatos curiosos sobre cerveja:  "Dependendo do estilo, um copo de 300ml de chope pode ter entre 100 e 120 calorias, o mesmo que um suco de laranja. Costumamos dizer que o consumo de grandes quantidades de cerveja e, principalmente, de petiscos é que pode prejudicar sua dieta."


3 - Colocar moedas na boca pode enganar o bafômetro:
Não. Nem chupar balas de menta, chicletes ou fumar cigarros. Estes são alguns metodos incorretamente difundidos para driblar o bafômetro, mas nenhum deles foi comprovado.

4 - Evite a ressaca. Mantenha-se bêbado: 
Infelizmente, ao beber mais álcool você evita que o seu corpo se recupere da intoxicação. Pode ser que os sintomas sejam diminuídos momentaneamente, mas não se engane, você só está prorrogando a ressaca.


5 - Absinto causa alucinações:


Não, não existe nenhum alucinógeno no absinto. As sensações que você vivencia são apenas efeito da elevada graduação alcoólica da bebida.


6 - Lembranças da noite passada:
Você pode até pensar que está se recordando, aos poucos, do que aconteceu e que foi apagado da sua memória pelo álcool. Estudos comprovam que qualquer recordação tardia após o apagão pode ser uma falsa memória. A menos que você assista a um vídeo ou veja fotos, nunca se lembrará do que o álcool te fez esquecer.


 7 - A primeira ida ao banheiro:
Temos a impressão de que, quando estamos bebendo, depois de irmos pela primeira vez ao banheiro, as visitas ao reservado se tornam cada vez mais frequentes. Isso é efeito da quantidade de líquido que ingerimos, e não guarda relação com o fato de segurarmos ou não a ida ao banheiro. A vontade vem quando temos líquido suficiente para expelir. Tendo o álcool características diuréticas, você terá necessidade de urinar, principalmente em se tratando de grandes quantidades de líquido.


8 (Bônus) - Uma cerveja antes do almoço é muito bom pra ficar pensando melhor:
Sim, sim e sim! Uma cerveja te deixa mais desinibido, aumenta a criatividade e a capacidade de resolver problemas. Acompanhe no Mega Curioso.
Texto retirado e adaptado de First to Know.
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