segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Conheça as Session Beers


Imagem: http://thedrinknation.com
 
Você já deve ter se deparado em algum momento com o termo Session Beer. Talvez você tenha até descoberto empiricamente uma cerveja que, durante uma noite, tenha se destacado justamente por ser aquela que você poderia beber por muito tempo, aquela cerveja que te faz repetir e acaba ficando com você a noite toda.

A origem do termo não está bem documentada, mas várias fontes remetem aos longos turnos de trabalho adotados durante a primeira guerra mundial, que permitiam curtos intervalos entre as horas de trabalho, intervalos denominados sessions, que obrigavam os trabalhadores a consumir bebidas de baixa graduação alcoólica para que pudessem voltar ao posto sem sinais de intoxicação pelo álcool.

Portanto, session beers são cervejas de baixa graduação alcoólica, que podem ser consumidas em grandes quantidades sem causar excessiva intoxicação, o que, tipicamente, significa uma cerveja com graduação alcoólica abaixo de 5%.

Mas não se engane; só por que uma cerveja possui baixa graduação alcoólica não quer dizer que ela tenha sabor mais suave. Existem dezenas de milhares de diferentes tipos de session beers com os mais diversos sabores. Um bom exemplar disso é a F#%*ing Beer Fresh, uma IPA refrescante, amarga e com apenas 4,8% de álcool. A Guinness, com seus 4,2% também pode ser considerada uma session beer.

Comente e conte-nos mais sobre suas experiências, qual a sua cerveja preferida para longas horas de companhia?

Fontes:
http://www.beeradvocate.com/articles/653/
http://blog.beeriety.com/2010/05/20/what-is-session-beer/

Imagem: www.craftbeer.com

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Lagers são todas iguais? Heineken, Stella Artois e Budvar têm o mesmo gosto

Recentemente, tivemos notícia de um grande experimento, contando com mais de 130 voluntários, com idades entre 21 e 70 anos, os quais passaram por um teste cego com 3 grandes marcas de lagers europeias, Budvar, Heineken e Stella Artois. O resultado? As pessoas não conseguem distinguir as três cervejas. (Veja a notícia original)

Segundo os pesquisadores, a preferência dos consumidores por uma ou outra marca se resume, basicamente, ao esforço dessas em marketing e na apresentação das embalagens, relegando a um segundo plano as percepções sensoriais da bebida.

Ao ver isso, a primeira coisa que pensei, "que absurdo", essas pessoas não tem palato. Em um segundo momento, "talvez essas cervejas na Europa possuam realmente uma qualidade mais parelha, se comparado aos exemplares disponíveis no Brasil".

Por exemplo, a Heineken é produzida sem quaisquer adjuntos, já a Stella possui adjuntos e conservantes. Bom, quanto a Budvar, essa com certeza é bem diferente das demais.

Não satisfeitos com esses resultados, os Loucos por Ales resolveram fazer o teste versão brasileira.




Muito confiantes de nossos poderes, aumentamos o rol de marcas incluindo a recém chegada premium lager Kirin Ichiban. Não tínhamos dúvidas que nos sairíamos bem em nosso teste cego, pelo menos, melhor do que o resultado do experimento gringo. Afinal de contas, para os três degustadores do nosso corpo técnico, a Heineken é a cerveja do dia a dia, eu, particularmente, não tenho afinidade com a Stella, e já tivemos êxito em testes cegos com pale ales, stouts e IPAs.

Piece of cake!

Nosso quarto integrante foi o responsável por servir as cervejas. Primeiramente, fizemos a análise de coloração das cervejas, escrevendo nossos palpites já nesse momento, em segredo.



Apenas uma das bebidas apresentou uma diferença de cor relevante, tendo um tom um pouco mais acobreado, menos translúcida do que as demais. A formação de espuma também não apresentou grande diferença, algumas com bolhas menores, mais cremosa, mas nada que entregasse determinada marca.

Em um segundo momento, decidimos partir para os aromas. Aqui nós imaginamos que a Budvar, como um exemplar de Pilsen Tcheca, iria apresentar os aromas característicos de lúpulos Saaz.

Pois, acreditem ou não, nada desses aromas exaltando a cerveja Tcheca, pura decepção.

Mais uma vez, palpites em segredo.

A esperança agora era a efetiva degustação, juntando todos os sentidos sensoriais. Agora vai!!

Particularmente, eu me sentia decepcionado, não conseguia identificar com precisão nenhuma das cervejas e tal fato não se alterou com a degustação. A cada gole tomado aumentavam as dúvidas e menos diferenças eram perceptíveis.

Logo, comecei a notar que isso não se dava somente por conta da nossa falta de sensibilidade ou mesmo, por essas cervejas serem tão iguais, porque todos sabemos que não o são.

Não se trata aqui do que Maurício Beltramelli gosta de chamar de torcedores de cervejas, que por algum motivo ou outro, que não a qualidade e sabor, optam por determinada cerveja em detrimento de outras de mesma linha.

Na minha opinião, particularmente em relação a essas premium lagers, o nível de carbonatação e a acidez imediatamente dessensibilizam as papilas gustativas, tornando as demais provas prejudicadas.

Aqui devemos fazer mea culpa, por não ter tentado eliminar tal fator, intercalando cada prova com água, pão e um maior espaço de tempo. Mas ainda assim, acredito piamente que os resultados não seriam tão diferentes, mesmo porque, em maior ou menor grau, nos utilizamos do pão e da água durante a degustação.

O resultado final? Acreditamos que a experiência europeia não retrata de forma fidedigna a preferência dos consumidores entre as lagers mencionadas. A carbonatação exagerada e a acidez nos mostraram que são capazes de "esconder" as diferenças e particularidades dessas cervejas. Além desses fatores, muitos outros podem ter influenciado na pesquisa gringa, já que não consta detalhes pormenorizados sobre como se procederam os testes.

Falando por mim, eu tenho certeza de que Heineken, Stella e Budvar são bem diferentes entre si.

E vocês, o que acham? Arriscariam um teste cego com essas cervejas? Vocês podem provar que são verdadeiros degustadores e conseguem descobrir qual é qual.

Fica o desafio!

Abraços.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Um Blend que promete

Recentemente o All About Beer noticiou uma parceria, talvez inusitada, mas que com certeza irá mexer com o imaginário dos aficionados por cervejas do estilo Lambic.

Estamos falando da cerveja colaborativa manufaturada pela tradicional cervejaria belga Cantillon com as estado-unidenses Russian River Brewing Co. e Allagash Brewing. Trata-se de um Blend de três cervejas de fermentação espontânea chamada Wild Friendship Blend! Um Blend à moda belga, composto por uma Lambic Cantillon envelhecida por três anos, uma Allagash Coolship envelhecida por dois anos e meio e uma Russian River Sonambic, envelhecida por dois anos.

Rob Tod e Jason Perkins da Allagash Brewing Co. na Cervejaria Cantillon na Bégica. (foto: All About Beer)

A mistura ou blend de cervejas lambic é muito comum na Bélgica e já tem alguns adeptos no irmão do norte. O blend de lambics em geral torna a cerveja uma pouco mais palatável para a maioria dos gostos, visto adicionar complexidade e carbontação à lambic pura que, como regra, é amarga e seca. Para se ter uma ideia, as lambics tradicionalmente conhecidas por nós são blends de lambics jovens e envelhecidas e que levam a adição de frutas como framboesa e cereja (Framboise e Kriek).

Aqui, como regra geral, ainda não temos o costume de produzir quaisquer tipos de blend, quanto mais de lambics, cujo processo é extremamente variável.

De outro lado, os belgas fazem isso com maestria. Juntando essa tradição belga com a impetuosidade das cervejas americanas, o resultado será, na pior das hipóteses, interessantíssimo.

Agora, só nos resta esperar, ou melhor, encomendar de alguma amigo viajante cervejeiro para achar essa belezinha.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Novo Rótulo da Delirium, o escolhido!!

Notícia quentinha que acaba de sair do forno!! Foi apresentado hoje, pela cervejaria Huyghe, o novo rótulo do nosso querido elefantinho, e dessa vez não é brincadeira do Loucos Por Ales.


Novo rótulo comemorativo da Delirium
Como já falamos no post anterior, a Delirium Tremens está completando 25 anos e lançou um concurso para escolher o novo rótulo de uma cerveja de edição limitada e comemorativa.
O rótulo vencedor foi desenvolvido pela Carolina Plano do Canadá e mostra para nós, mais uma vez, aquele conceito básico do minimalismo, quanto menos é mais. Ela destaca e mantém o desenho tradicional do elefantinho da marca e o coloca em uma posição de destaque no rótulo.

A cerveja será disponibilizada no mercado ainda esse ano e para mais informações é só acompanharem o site da Delirium.

Segundo a cervejaria foi um processo muito difícil de escolha e que envolveram projetos de todos os lugares do mundo. Para quem não está lembrado até o Loucos por Ales desenvolveu uma proposta:



E aí pessoal o que acharam do design escolhido???


sábado, 23 de agosto de 2014

Quem disse que na praia não tem cerveja?

Quando viajamos à praia, é comum termos dificuldades em encontrar cervejas de qualidade; muitas vezes é difícil até de conquistar qualquer puro malte, que seja. Infelizmente, não podemos dizer que seus problemas acabaram, mas temos duas boas dicas para você:

1 - Na Ilha do Mel (PR): encontramos a cerveja Astral da Ilha, vendida na pousada homônima.


A pousada é responsável pela produção de 5 rótulos de estilos  diferentes: Pilsner, American IPA, Barley Wine,  Schwartzbier e Hefeweizen. No momento a única disponível era a Rainha do Verão, a Pilsner que, apesar de ter sido servida demasiadamente gelada, após alguns minutos começou a se revelar. Uma Pilsner levemente alaranjada, com cara de cerveja de panela; muito equilibrada e agradável. Uma cerveja leve em que os lúpulos aromáticos se fazem sutilmente presentes; refrescante, bem apropriada para a Ilha do Mel.








2 - Balneário Camboriú (SC): Empório Eldorado.

Fizemos nossa primeira visita ao Empório Eldorado e tivemos uma ótima impressão. O local é bem localizado (Av Brasil - 3290), tem uma boa seleção de cervejas, ambiente aconchegante, muito bem decorado, música de qualidade no violão e ótima comida.
Cerca de 6 chopes diferentes estavam disponíveis. Eles são servidos em porção única, half pint. Como exemplo, o chope Tupiniquim Double IPA nos custou R$10,90. Estavam à disposição, 6 diferentes rótulos da Tupiniquim e Schornstein. As cervejas custam um pouco mais caro que estamos acostumados, segundo o pessoal da casa, em razão dos impostos de SC.
Fomos muito bem atendidos no local, por pessoal qualificado, que entende de cerveja e sabe como lidar com os clientes, do iniciante ao entusiasta; sem preguiça, com muito boa vontade.




Pudemos provar dois pratos: Uma Bruschetta de lombo suíno com queijo, tomate e damasco e um Sanduíche caprese, com hamburguer, tomate, rúcula e queijo de búfala.

A escolha mais acertada foi a Bruschetta, que veio em porção honesta e custou aproximadamente R$15, com sabores esplêndidos, harmonizaria muito bem com uma Quadruppel.

O sanduíche caprese, apesar de não inspirar tamanha emoção, também é um bom prato; feito com carinho, com hamburguer de verdade e ingredientes de primeira.






Aparentemente as coisas estão mudando, as cervejas artesanais estão cada vez mais bem distribuídas, servidas e representadas; quem ganha somos nós, que podemos apreciar cervejas de qualidade em qualquer época do ano, na praia, na rua, na chuva, na fazenda, na ilha ou no continente.

Se você tem mais indicações, escreva para nós e faremos questão de conferir de perto!

                                                                                                                           


quinta-feira, 21 de agosto de 2014

A BrewDog está de cara nova!!

No mês passado vimos várias notícias de que a BrewDog iria mudar a sua identidade visual, isso inclui não só os rótulos das cervejas como também toda a parte de comunicação da marca (site, embalagens, beer trucks, etc). Mas porque essa mudança tão repentina de algo que já estava bem estabelecido e aceito no mercado?

A cervejaria, desde sua criação em 2007, vinha mantendo seus rótulos sempre seguindo uma mesma linguagem gráfica, que acabou se tornando marcante e icônica, porem por mais que ela fizesse sucesso o pessoal da BrewDog não estava inteiramente satisfeito com a marca em si e resolveu mudar.  Segundo James Watt,  "Capitão" e Co-founder da empresa, os rótulos não representavam a essência artesanal, a alma das cervejas e o rumo ao qual estavam tomando.

Fonte: brewstagram

Para seguir o mesmo conceito proposto pelas suas cervejas a ideia foi criar uma embalagem que focasse em dois pontos principais: o artesanal e a alta qualidade. Escolheram então produzir os rótulos por um processo de impressão praticamente manual e muito antigo, quase extinto nos dias de hoje, utilizando os "tipos mecânicos móveis" (inventado por Johannes Gutenberg), onde são usadas pequenos blocos de metal, ou madeira, com"letras"gravadas.


O processo de escolha dos rótulos não foi nada fácil, foram necessárias 7 agências diferentes de 3 países distintos para chegarem no resultado atual. O novo design conseguiu manter a essência da BrewDog porem com uma pegada mais clássica, algo que remete aos rótulos antigos mas mantendo um toque moderno.

Novos rótulos da BrewDog

Como já era de se esperar as opiniões ficaram bem divididas, muitos adoraram a nova proposta e outros nem tanto. Como amante cervejeira, colecionadora de rótulos e designer devo admitir que quando vi a notícia fiquei um tanto quanto surpresa. Sempre gostei muito da identidade visual antiga e em um primeiro momento não cai de amores pelo novo design, porem após uma boa noite de sono para processar a informação e analisando o conceito que a cervejaria estava colocando para a nova marca acabei repensando e mudando de opinião. O dois rótulos divergem muito um do outro esteticamente, porem ambos tem a sua beleza,  realmente a cervejaria precisava, de alguma forma, dar uma inovada e chacoalhada no mercado.


Rótulo Novo X Antigo

Já nos deparamos com diversos exemplos no mundo do design em que mudanças que quebram com o tradicional afetam drasticamente o consumidor, seja de maneira positiva levando a marca a um sucesso ainda maior, como também já vi marcas que tiveram que voltar com a sua identidade original pois estavam perdendo espaço no mercado devido a não aceitação do consumidor. A questão agora é, será que os cervejeiros de plantão vão aceitar bem essa mudança? 

Para saberem mais sobre toda essa revolução que está acontecendo dentro da cervejaria e acompanharem mais novidades é só dar uma olhada no blog da BrewDog.

Cheers!!

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

10 dicas para encarar os festivais e eventos cervejeiros

Os festivais de cerveja estão pipocando por todos os lugares e a todo momento. você está pronto pra encará-los? Você possui tudo o que é necessário? Se você ficou em dúvida, não se preocupe, estamos aqui para ajuda-lo, com 10 dicas para aproveitar da melhor forma as festas cervejeiras, mesmo se você já é um escolado no assunto.
Só uma ressalva, essa lista serve para os momentos em que você estará efetivamente no festival, coisas relacionadas à viagem, acomodações, etc, exigirá outra lista. Quem sabe em outro post.



1. Perseverança 
 
Atenção. Você irá beber o dia inteiro (e talvez a noite). Pegue leve, não é necessário experimentar tudo de uma vez. Caso você estiver ficando zonzo, meio bebaco, diminua a velocidade. Lembre que você tem de durar todo o dia de fetival, tente experimentar todas as cervejas que você tem vontade, mas tenha cautela


2. pretzels e bolachas salgadas

Esse tipo de alimento é ótimo para limpar o paladar entre as provas de cervejas. A dica é levar de casa alguns pacotes e guardar seu dinheirinho para apreciar as comidas do festival.




3. Água

Nos festivais poderá haver lavatórios para seu copo e bebedouros para reidratação. Lembre-se que talvez você vai ter sede de algo que não cerveja (só talvez). Brincadeiras a parte, reidratar é importante se você quer aguentar até o final de pé.



4. Conhecimento sobre a etiqueta dos festivais

Você já esteve em um festival de cerveja? Você sabe se comportar nesses eventos? Garanta que você não vai fazer nenhuma gafe. Seguem algumas dicas:
  • Por favor, não fique muito tempo batendo papo com o representante da cervejaria quando houver uma fila de sedentos atrás de você. Espere por um momento mais tranquilo ou uma folguinha do cervejeiro. Ele terá prazer em apresentar seus produtos.
  • Lave seu copo ou caneca entre as provas.
  • E isso é importante, não peça para encher o seu copo até a boca. Você terá bastante tempo para provar cervejas. Aproximadamente 150 ml em cada estande é suficiente para você saber do que se trata. Caso você goste muito de uma coisa, vale o repeteco mais tarde.


5. Protetor solar

Como diria Bial em mais uma tradução canalha de algum texto tirado da internet, use “protetor solar”. Alguns festivais podem ser ao ar livre e beber o dia todo embaixo de sol pode te deixar cozido e não só pelos efeitos do álcool. 



6. Pesquisa e plano de ataque

Pesquise os expositores do festival, faça uma lista das cervejarias e das cervejas que você quer provar. Se for uma cerveja rara, como algumas barley wines envelhecidas em barris europeus, a dica é experimentá-las antes, já que muito provavelmente elas se esgotarão rapidinho. (A dica é válida ainda que o mais adequado seja você começar com as cervejas mais leves, para então partir para as mais fortes.)
 

7. Uma boa noite de sono

Durma bem, por pelo menos 8 horas na noite anterior ao festival. Você não vai aguentar o tranco do festival vindo de uma balada e com ressaca. Pode ter certeza.



8. Ingressos

Parece óbvio, mas muitos festivais têm seus ingressos esgotados em poucos dias (mas só os realmente bons, que ainda são uma exceção no Brasil). De qualquer forma, se você quer mesmo ir em determinado festival, vale comprar com antecedência, até porque os primeiros lotes são sempre mais baratos.



9. Dinheiro para comida

Os pretzel e as bolachinhas são ótimas para ajudar a limpar o paladar, mas não vão te manter de pé durante todo o dia, você irá precisar de algo mais substancioso. Aproveite para experimentar comidas diferentes, muitos festivais, como o de Blumenau oferecem diversas opções de comidas típicas.



10. Um caderno para anotações

Talvez você não se preocupe tanto com isso, mas se você realmente leva degustações a sério, breves anotações sobre cada cerveja vêm bem a calhar. Não é necessária uma resenha detalhada, apenas algumas palavras chaves sobre as características para refrescar sua memória depois de alguns dias.


Com essas 10 medidas, você provavelmente se sairá bem nessa empreitada. Se você tem outra ideia ou dica que considera essencial para encarar os festivais não deixe de compartilhar com a gente e com os demais amigos internéticos.

Traduzido e adaptado do site kegworks.com, com carinho, pelo Loucos por Ales. 


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