terça-feira, 5 de agosto de 2014

Loucos por Ales pelo mundo - Parte1

O Loucos por Ales resolveu deixar de lado um pouco as cervejas e cervejarias brasileiras e resolveu se aventurar pelo mundo a fora, mais especificamente pela Alemanha e Holanda, trazendo em primeira mão algumas impressões e dicas para os viajantes cervejeiros.


Antes de mais nada devo confessar que fiquei assustada com a variedade e a qualidade das cervejas locais, independentemente das cidades em que estivemos sempre bebemos muito bem mesmo nos restaurantes mais simples. Portanto a primeira dica para os novatos de plantão é...não tenham medo de pedir a cerveja típica local, elas são fáceis de agradar tanto com relação ao sabor como ao preço.

Outra dica importante, se após um da inteiro de caminhada pelas cidades você deseja sentar, relaxar e beber uma boa cerveja procure um Biergarten. Impossível achar uma cidade que não possua um. Os Biergartens, ou “jardins das cervejas”, são ambientes abertos e podem ficar dentro de parques, praças, na rua, etc...existem em diversos formatos e cenários. Lá geralmente são servidas comidas tipicamente alemãs e você poderá desfrutar uma deliciosa cerveja acompanhada com uma vista de tirar o chapéu.



Explorando Berlim


Passeando e fuçando pela cidade percebi que ela não possui o mesmo fervor cervejeiro como por exemplo em Munique, não encontrei nenhuma cervejaria tradicional que fosse próxima, mas ainda assim você pode deparar-se com diversos Biergartens e brewpubs como por exemplo o Prater Garten, um dos mais antigos de Berlim.


Um estilo de cerveja típico da cidade é o Berliner Weisse, ele não me agradou muito mas se você for para lá tem que experimentar. São cervejas de trigo bem refrescantes porem ácidas e azedas. Foi um estilo de cerveja criado na época para se enquadrar dentro das Leis de Pureza Alemã. Elas possuem baixo teor alcoólico e normalmente os cervejeiros Berlinenses misturam ela com xaropes e essências de frutas justamente para diminuir um pouco esse sabor tão cítrico.
Berliner Kindl Weisse
Zanzando por aí perto do Checkpoint Charlie (um ponto turístico que é imprescindível passar) encontrei um restaurante da cervejaria típica da Baviera, a Löwenbräu. Para quem não sabe a Löwenbräu é uma das mais tradicionais cervejarias alemãs, sua origem data de 1383. (Não vou me estender muito, mas se quiserem saber mais sobre a marca e a cervejaria tem uma matéria muito interessante no blog Mundo das Marcas). Vale muito a pena dar uma passada lá nem que seja só para dar uma olhadinha e experimentar um pouco da comida típica alemã.



Endereço: Leipziger Straße 65 - Berlim 10117- Alemanha


Outro lugar que costumava ser passagem obrigatória para os cervejeiros era o Bier Spezialitäten Laden, infelizmente quando fui até o endereço não encontrei a loja de jeito nenhum, mais tarde descobri que o lugar acabou fechando. Ela possuía cerca de 500 rótulos diferentes em garrafa e mais uma grande variedade para consumir ali mesmo no local.

Uma descoberta muito feliz, e bem acidental, foi a cervejaria Georgbraeu. Um lugar muito simpático com a possibilidade de sentar tanto do lado de fora e apreciar a linda paisagem do canal, como na parte de dentro que é um espetáculo a parte. Tanto a cerveja como a comida estavam maravilhosas, é um lugar que deve-se visitar.






Endereço: Spreeufer 4, 10178 Berlin, Alemanha


Essa foi apenas a primeira parte da nossa aventura cervejeira. No próximo post falaremos sobre mais duas cidades Alemãs: Colônia e Munique.

Fiquem de olho para mais dicas. Prost!!



quinta-feira, 24 de julho de 2014

Loucos por Ales em Minas Gerais - parte 1

Olá loucos e loucas por ales. Pegamos estrada, saindo de Curitiba, nossa base, e nos dirigimos ao estado de Minas Gerais pra comer o famoso pão de queijo e experimentar as cervejas da terra mais ao norte.

Após um breve passeio pelo museu ao ar livre de Inhotim, com muita caminhada, pedia um lanche com uma boa cerveja da terrinha. E assim começa nossa primeira harmonização. Saindo do Inhotim em direção à capital, passamos pela cidade de Brumadinho, foi ali mesmo, na beira de estrada, que paramos para recarregar energias para o resto da viagem.

Várias opções de sanduíches, com a peculiaridade do pão poder ser o de queijo. Em Minas, pão de queijo, recheio com queijo da canastra, por que não?



Com essa gordura toda, escolhi uma pale ale da Bäcker, com uma boa carbonatação, para limpar o paladar, e com um respeitável aroma de lúpulos.

Como primeira harmonização, não tinha como ser mais mineiro. Sanduíche de pão de queijo com recheio de queijo canastra e cerveja Bäcker de Belo Horizonte, fundada em 1999 que clama ser a primeira microcervejaria do Estado. Título também requerido pela Krug Beer.

Em resumo, a dica dessa harmonização é a utilização da técnica de corte, utilizando a carbonatação da cerveja para quebrar a gordura, suavizando o paladar, e preparando o gosto para uma próxima pedida, se quiser.

É isso, esse post é para quem tem pressa de informação.

Abraços carbonatados para loucos e loucas por ales.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Cerveja cara, um desperdício de dinheiro?



A prática de testes cegos revolucionou o mundo dos vinhos, pois desbancou muitos mitos sobre países fabricantes, tipos de uvas e, principalmente, preço dos vinhos.
Existem muitas histórias curiosas sobre o assunto, separamos duas para contextualizar nosso post; elas estão disponíveis no Business Insider e no blog do enófilo Carlos Cabral. Em suma, quando colocados à prova, os vinhos sempre guardam surpresas na relação custo x benefício. 


Partindo deste ponto, iniciamos a seguinte reflexão: Será que estamos desperdiçando dinheiro com cervejas mais caras? A partir deste questionamento, realizamos nossos próprios testes cegos e também nos embasamos em testes de colegas para afirmar: "Não, as cervejas não são todas iguais."



A cerveja, como fruto de, pelo menos, quatro ingredientes, possui variações que não são possíveis no mundo dos vinhos. O resultado disso é uma infinidade de sabores e aromas que muito diferem estilos e rótulos entre si. Apesar das diferenças, assim como no universo do vinho, existem boas cervejas a bons preços, o que quer dizer que você pode conhecer muitos estilos sem quebrar seu orçamento.

Por que uma cerveja custa mais caro?

Cervejas que custam acima de setenta reais, geralmente passam por um processo mais delicado, trabalhoso ou demorado de fabricação ou utilizam ingredientes mais caros e mais raros. Como exemplo podemos citar a cerveja DeuS, que é fabricada na Bélgica e passa por um processo de refermentação na garrafa, na França, para então ser novamente engarrafada e ir às prateleiras. Também podemos citar cervejas envelhecidas em barris de Whiskey, como tem feito a cervejaria curitibana Bodebrown. A escocesa Brewdog é campeã na esquisitisse dos métodos de fabricação ao fabricar cervejas que são congeladas para extrair a água e amplificar o sabor e a carga alcoólica; exemplos desta técnica são a Brewdog Tactical Nuclear Penguin e a Sink the Bismarck.

Imagem: Brewdog Tactial Nuclear Penguin


E o resultado?

Podemos afirmar, sem medo de errar, que ao comprar uma cerveja como as citadas acima, você certamente está pagando pela experiência de provar uma cerveja peculiar, resultado de um processo mais cuidadoso ou de ingredientes mais selecionados ou incomuns. Assim como quando se compra o vinho raro, envelhecido ou de casta nobre oriunda de safra reconhecida, o importante é ter a experiência de provar algo incomum ou único, diferente daquilo que estamos acostumados; além de saber da origem e imaginar que aqueles grãos ou aquelas uvas tiveram uma história ou fizeram longas viagens antes de chegar até você.

Isso quer dizer que, indiscutivelmente, melhores ingredientes e mais cuidado no preparo terão resultado no produto final e que o preço tem relação com a qualidade e com a sua satisfação.

Então, quanto mais caro melhor?

Não necessariamente. Quando falamos de cervejas entre 10 e 35 reais, existe um universo de sabores disponíveis, e é muito fácil encontrar cervejas por cerca de dez reais que são muito melhores ou mais agradáveis que cervejas de R$20 ou R$30. Portanto, vale a pena provar tudo o que estiver ao seu alcance para tentar encontrar estas pérolas, que assim como vinhos, podem ser mais acessíveis do que se imagina. Se você quiser algumas dicas, confira nossas 11 cervejas para tomar com até 11 Reais.

Portanto, em resumo, cervejas que custam até R$40 normalmente não terão características de cervejas únicas, que custam mais de R$70 ou R$100, mas você poderá encontrar algo que te agrade sem desagradar o seu bolso. E quando sobrar uma graninha, invista em algo diferente e desfrute de uma experiência única.

Imagem: Hominilupulo


Ficou curioso? Veja um teste cego realizado pelo site Brejas clicando aqui.



quarta-feira, 2 de julho de 2014

Novo rótulo da Delirium

Quem diria que a Delirium Tremens já está completando 25 aninhos. E para comemorar a cervejaria Huyghe está lançando uma cerveja para lá de especial e limitada! O estilo é  uma India Pale Ale com 49 IBU, dry hopping e 7,8% de teor alcoólico (Uma cacetada na mente).



O que acharam do novo rótulo?!!

Então queridos Loucos por Ales não se assustem, na verdade esse foi o rótulo que fizemos para participar do concurso que a Delirium promoveu especialmente para o seu aniversário. O design vencedor irá receber vários presentes e também um ano de Delirium Tremens grátis!!!
Infelizmente as inscrições já terminaram :( O resultado será revelado na metade de julho e vocês poderão conferir qual foi o rótulo vencedor pelo site da Delirium.

Fiquem de olho e torçam por nós :DD


terça-feira, 10 de junho de 2014

A história das “cervejas” leves (light lager) – Parte 4

Imagem não é nada! Será?

No post anterior falamos que as grandes corporações cervejeiras investiram maciçamente em marketing para empurrar suas marcas na cabeça e na geladeira dos consumidores.

Mas, uma das primeiras grandes jogadas de marketing começou com o simples acréscimo do termo Lite à cerveja Miller nos longínquos anos de 1975 (It’s Miller time!!).





Essa história começa alguns anos antes, num jantar na Alemanha, mais precisamente em Munique. Em 1972, George Weissman, um executivo da Philip Morris, após a recente aquisição da Miller Brewing Co., pediu ao garçom uma recomendação de cerveja. No momento, o Sr. Weissman estava de regime e pediu algo que não fosse tão pesado. O garçom sugeriu uma diat pilsner, uma cerveja com baixo teor de açúcar produzida para pessoas com diabetes. (na época o termo, posteriormente traduzido como diet, ainda não se vinculava ao conceito de produtos de baixa calorias).

Diante da recomendação, Weissman pediu a tal cerveja diet, e assim também o fez John Murphy, um advogado de longa data da Philip Morris que se tornara presidente da Miller. Murphy, tomando um gole da cerveja, exclamou para Weissman: “Há espaço para algo assim na América!” (Não estranhe o termo “América” que os estado-unidenses tomaram para si, aqui nós só reproduzimos o que ele teria dito.)

No entanto, não bastava importar para os EUA uma cerveja com baixo teor de açúcar, ou mesmo de baixo teor calórico.

Ao invés disso, criou-se uma cerveja de baixa caloria e que oferecia o prazer de uma cerveja como qualquer outra. Para ajudar, contraram-se ex-atletas profissionais para empurrar a ideia de boa drinkability da cerveja lite.

A Miller Lite foi um imediato sucesso com o lançamento em 1975, atingindo o segundo lugar em vendas nos EUA, ficando atrás somente da Anheuser-Busch, que se sentiu obrigada a lançar sua própria marca light, a Natural Light em 1977.

Foi tamanha a importância do lançamento da Miller Lite que surgiu uma mini revolução nos Estados Unidos na área de alimentação e bebidas. De repente, no ímpeto de se aproveitar da nova necessidade de consumo por produtos não “engordativos”, não apenas as cervejas, mas todo o tipo de alimentos e bebidas passou a trazer o título de light ou lite, desde refrigerantes a tortas, até molhos de churrasco.




Para saber mais sobre essa história, pode acessar o site All About Beer.

Aquele abraço lite pra todos os gorduchos cervejeiros! Aguardem os próximos posts desvendando a história das light lagers.


quinta-feira, 5 de junho de 2014

Dia da cerveja brasileira, que tal?



 Hoje, 05 de Junho é dia da cerveja brasileira. O que você acha que temos que comemorar?   

Atualmente as microcervejarias travam uma batalha política árdua na tentativa de conter um aumento nos impostos que já foi anunciado pelo governo. Mais detalhes você pode encontrar aqui.

O mercado brasileiro de cervejas artesanais e especiais tem ganhado muita importância e novos adeptos de maneira rápida; cada vez é mais fácil encontrar cervejas de qualidade até mesmo em supermercados e bares de bairro; a quantidade de microcervejarias atuando no Brasil só cresce e nossas cervejas estão sendo cada vez mais premiadas no exterior.

Ainda parece um contrassenso o consumo e apreciação de cervejas artesanais no país em que cerveja é sinônimo de loira gelada, num dos países berço da maior cervejaria do mundo, AB-Inbev, que tanto insiste nos adjuntos cervejeiros e em difundir e distribuir rótulos que sequer podemos considerar como cerveja.

Mas temos, sim, muito a comemorar. Nossos parabéns a todos aqueles que nadam contra a maré e participam da produção, divulgação ou apreciação da cerveja de qualidade. Um feliz dia da cerveja brasileira a todos vocês, loucos por ales, lagers, loucos por cerveja nacional. 

Se você, como nós, acha que nossas microcervejarias não devem em qualidade para ninguém neste mundo, abra uma bela cerveja brasileira e comemore este dia! Tim Tim, saúde e longa vida à cerveja brasileira.


8 maneiras simples de dizer se um bar de cerveja é sério

Fonte: http://www.thrillist.com/drink/nation/best-beer-bars-serious-beer-bars
Tradução: Loucos por Ales
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Atualmente, mesmo os bares e pubs que se dizem especializados em cerveja  tem pelo menos uma ou duas torneiras e garrafas  juntando poeira de baixo do bar. Cada vez mais os lugares estão guardando suas torneiras com sujeiras e micróbios, e se denominam bares especializados em cerveja…ofuscando assim a linha entre um lugar que realmente se preocupa com o universo cervejeiro e aqueles que nem de perto são tão astutos quanto você gostaria de acreditar que são.

Para ajudar a separar as “torneiras das sujeiras” nós consultamos Pat Fahey, do Cicerone Certification Program, assim como Ben Siegel, dono da Austin, Texas Beer Garden Banger’s,  para revelar algumas dicas  que mostram se um bar é realmente sério em se tratando de cerveja. E um aviso: se você é hipocondríaco provavelmente deveria pular direto para o numero 5.

Espuma na sua espuma
1. Espuma na sua espuma
Existem poucas coisas que são mais bonitas do que um colarinho de uma cerveja bem carbonatada, e poucas mais nojentas do que aquele "caminho"  de bolhas que aparecem nas laterais do seu Pint. O aparecimento dessa espuma significa que seu copo não está limpo. Ao invés de ir até o topo, a carbonatação fica presa nas laterais por conta de algum tipo de detrito, seja sujeira, gordura ou até mesmo detergente (se você for sortudo). Parabéns. Você nunca mais vai desfrutar um chope novamente.



2. Contato com a torneira
As extremidades das torneiras nunca podem tocar o vidro. Você gostaria de colocar a sua boca em uma dessas torneiras? Bem…Talvez, mas não é nem um pouco higiênico…na parte externa delas acumulam todos os tipos diferentes de germes, inclusive aqueles que você adquire quando coloca a boca nelas.

3. Espuma sobre a torneira
Outro pecado capital em termos de limpeza. Alguns bartenders pensam que, alem da torneira ter que tocar no topo copo, você deve deixar a cerveja cobrir sua extremidade para reduzir o excesso do colarinho. Isso cobre a torneira com espuma, estas fazem com que ela vire um barril de pólvora de germes…. um barril que acaba de deixar um pouco de pólvora na sua cerveja.


Mangueiras sempre limpas
4.Mangueiras limpas
Robin Thicke e os advogados de Marvin Gaye não são as únicas pessoas que odeiam mangueiras sujas. Nada tem um maior efeito na qualidade da sua cerveja do que a limpeza nas mangueiras das torneiras. Elas devem ser limpas semanalmente pelos funcionários. Se um bar diz que elas são limpas pelo seu distribuidor, então eles não estão sendo sérios e cuidadosos em relação a isso. Você distingui isso sentindo um gosto amanteigado ou avinagrado.




5. Através do copo
O "Shaker Pint" , também conhecido aqui no Brasil como Caldereta, é o recipiente mais comum para beber cerveja:  reto dos lados, ligeiramente mais largo em cima do que no fundo. Se tornou popular porque é barato e facilmente empilhável, mas se você entrar em um bar e é só esse tipo de copo que eles têm é um alerta vermelho. A Caldereta é muito inferior ao que diz respeito a captação de aromas, no colarinho, e alguns até dizem que em manter a cerveja fresca. Ambos os nossos gurus cervejeiros deixaram claro que você não precisa de um copo único e exclusivo para cada cerveja mas se você tiver apenas uma opção é um mal sinal.

6. Equilíbrio entre preço e quantidade
A medida de líquido servido deve ser inversamente proporcional ao teor alcoólico da cerveja . Não é necessário ser preciso com relação a isso, porem se um bar serve uma cerveja de 4%ABV em um copo de 300 ml, você saberá que eles estão mais preocupados com o lucro do que com o percentual alcoólico.

*nota do Loucos por Ales: em resumo, segundo o texto, quanto menor o teor alcoólico da cerveja menos razão para se cobrar um preço mais alto. Algo do gênero decorria na tradição escocesa de sobretaxar as cervejas conforme aumentava seu ABV, em especial no que se refere às scottish ales, que possuíam denominações desde light passando por Heavy até Wee heavy, esta última com maior teor alcoólico. Essas eram conhecidas como shilling beers, em menção à moeda local.

Degustações e half-pints

7. Degustações e half-pints
 Um bom bar de cervejas deve se orgulhar da experiência proporcionada aos seus clientes, e isso significa ter certeza de que eles estão bebendo o que realmente querem. Para conseguir isso, Banger's deixa seus clientes experimentarem uma pequena quantidade da cerveja antes de escolherem definitivamente o que vão beber,e indo mais longe,  quando o bar oferece as half-pints dá a chance do cliente de experimentar mais tipos cervejas.


8. Um staff bem treinado
Se um bar se preocupa com relação à cerveja, ele vai atrair e contratar pessoas que  também têm o mesmo cuidado. E se ele possui uma lista complexa de cervejas, mesmo o cliente que mais entenda sobre o assunto vai precisar de uma ajuda ou orientação. Hoje em dia a maioria dos bares colocam seus funcionários sobre um rigoroso programa de treinamento (* nota do Loucos: essa ainda não é a realidade brasileira, lembre o caso do EAP), como por exemplo o "Cicerone exam" ( programa de certificação de profissionais de cerveja), que oferece diversos níveis de testes, que vão desde um certificado simples, para a pessoa aprender a servir cerveja, até o Master Cicerone. Se os seus funcionários passam pelo treinamento apropriado, garante que eles não vão ensopar os bicos das torneiras em copos engordurados (isso realmente está no teste!).


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